Rede social poderá abrir dados privados sem autorização do usuário, mas, em troca, terá política de privacidade auditada
A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (Federal Trade Commission) e o Facebook estão realizando um acordo em relação às políticas de privacidade da rede social. Segundo o jornal The Guardian, o Facebook não precisaria perguntar aos usuários o que eles querem que seja compartilhado na rede, mas concordaria em realizar auditorias de privacidade durante os próximos 20 anos.
Em outras palavras, o Facebook poderá abrir dados privados sem autorização do usuário, porém, em troca, o governo irá fiscalizar o que a rede social anda fazendo com essas informações. De acordo com o Wall Street Journal, o acordo ainda prevê que a rede social seja obrigada a pedir permissão aos internautas quando novas mudanças na política de privacidade do site forem aplicadas a materiais antigos.
Anteriormente, os usuários do site podiam limitar a visualização das informações disponíveis em seus perfis. Mas, em 2009, a rede social fez mudanças que exigiam que mesmo perfis privados fossem obrigados a disponibilizar alguns dados como gênero e cidade de residência. As alterações causaram polêmica.
O acordo deve entrar em vigor após aprovação dos membros da comissão.
A Comissão Federal de Comércio dos Estados Unidos (Federal Trade Commission) e o Facebook estão realizando um acordo em relação às políticas de privacidade da rede social. Segundo o jornal The Guardian, o Facebook não precisaria perguntar aos usuários o que eles querem que seja compartilhado na rede, mas concordaria em realizar auditorias de privacidade durante os próximos 20 anos.
Em outras palavras, o Facebook poderá abrir dados privados sem autorização do usuário, porém, em troca, o governo irá fiscalizar o que a rede social anda fazendo com essas informações. De acordo com o Wall Street Journal, o acordo ainda prevê que a rede social seja obrigada a pedir permissão aos internautas quando novas mudanças na política de privacidade do site forem aplicadas a materiais antigos.
Anteriormente, os usuários do site podiam limitar a visualização das informações disponíveis em seus perfis. Mas, em 2009, a rede social fez mudanças que exigiam que mesmo perfis privados fossem obrigados a disponibilizar alguns dados como gênero e cidade de residência. As alterações causaram polêmica.
O acordo deve entrar em vigor após aprovação dos membros da comissão.
No próximo post:... Cuidado: mensagens privadas do Twitter podem conter spams
Até lá..







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